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UNIAD - Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas

Blog: Jogo Limpo

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Blog: Se Liga!

Se Liga!

Blog: Dependência Química

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Cracolândia, por diretrizes convergentes

Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo
Câmara Técnica de Saúde Mental
Cracolândia, por diretrizes convergentes
A sociedade civil paulista tem sido obrigada a enfrentar nos últimos tempos um novo desafio, para o qual não se sente historicamente preparada, pois desconhece precedentes de tal magnitude: o surgimento de zonas urbanas consagradas ao uso explícito e incoercível de crack, as chamadas “cracolândias”.

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Filme da Campanha Limite Tabaco


Filme de 30 segundos, criado pela agência EURO RSCG, parceira da ONG Aliança de Controle do Tabagismo para a Campanha Limite Tabaco. A campanha visa alertar sobre os limites que devem ser impostos à indústria do tabaco na sua busca incessável por novos consumidores:
crianças e jovens. Entre as estratégias usadas pela indústria para atrair este público estão a adição de sabores e aromas ao cigarro para torná-lo mais agradável às primeiras tragadas, assim como a propaganda no ponto de venda - onde os displays de cigarros estão posicionados em locais de grande visibilidade geralmente junto ao caixa e próximo a balas e doces. Por isso, a indústria do tabaco precisa de LIMITE.

A Campanha Limite Tabaco conta com o apoio da Fundação do Câncer, INPAD e ABEAD.

Participe desta campanha. Saiba mais em: www.limitetabaco.org.br

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Jornal da Gazeta Entrevista: Ronaldo Laranjeira

JORNAL DA GAZETA
Pesquisa nacional mostrou que o crescimento do uso do crack no Brasil vai além de moradores de rua, atingindo em cheio as classes média e alta. Para falar sobre o efeito devastador do crack, a urgência da prevenção e tratamento, recebemos o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, que é professor da Unifesp e coordenador do instituto nacional de políticas do álcool e drogas do CNPQ.

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A Clínica da Dependência Química e Adolescência

DSC03745INSCRIÇÕES PRORROGADAS !

matricule-se aqui: http://www.cepp.org.br/cursos.asp?idpage=346

INÍCIO DO CURSO: 03 DE MARÇO

Descrição

Cresce o consumo de substâncias lícitas e ilícitas entre os adolescentes de todas as classes sócias.
A questão da Dependência na adolescência é um problema de saúde pública.
Infelizmente não temos serviços especializados nem profissionais treinados para atender a demanda.
É de fundamental importância a capacitação de profissionais das áreas da adolescência para lidar com problema de tamanha magnitude.

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Venda de álcool nos estádios deve ser liberada a partir de março


Novo texto do projeto de lei altera estatuto do torcedor e irá permitir venda de bebidas alcoólicas em todo país

Paulo Passos, iG São Paulo

Se a aprovação da Lei Geral da Copa ocorrer no prazo estipulado pela Fifa e o pelo Governo Federal, a venda de bebidas alcoólicas em estádios brasileiros será liberada já em março. O novo texto do projeto de lei altera o Estatuto do Torcedor e permite a venda de álcool não só durante a Copa do Mundo, mas também em todas as partidas disputadas no país.

Atualmente, o consumo de bebidas é proibido, de acordo com o artigo 13 do Estatuto, que veda o porte de "bebidas ou substâncias proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência”.

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Atendimento a dependentes aumentou 50% após operação

Revista Veja
Cracolândia

No entanto, rede pública não integra serviços necessários para manter viciado longe das drogas; 106 pacientes foram encaminhados para internação

Cida Alves
Desde que começou a operação Centro Legal na Cracolândia, o número de atendimentos nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) da região central de São Paulo aumentou em 50%, informa a Secretaria Municipal de Saúde. Os CAPS são unidades de portas abertas onde os dependentes se tratam sem ficarem internados. No caso dos pacientes encaminhados para internação, foram 106 nos primeiros quinze dias da operação, iniciada em 3 de janeiro.

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Saúde seleciona projetos para reinserção social de dependentes químicos

Comunidades terapêuticas sem fins lucrativos deverão apresentar projetos para ampliar a oferta de atividades culturais e esportivas durante o período de internação
O Estado de São Paulo
As comunidades terapêuticas sem fins lucrativos que exerceram atividades na área de saúde nos últimos três anos e prestam serviços em regime de residência estão sendo chamadas a apresentar projetos voltados para a recuperação de dependentes químios.

Os projetos deverão contribuir para ampliar a oferta de atividades culturais e esportivas durante o período de internação de pessoas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas. De acordo com o Ministério da Saúde, o objetivo é aumentar as possibilidades de reinserção social dessas pessoas e prevenir o ciclo de internação e reinternação.

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Nova lei amplia direitos de adolescentes “presos”

Jovens com privação de liberdade terão visitas íntimas, regras de convivência e revisão de sentença a cada 6 meses
Gazeta do Povo
O governo federal sancionou semana passada a lei que cria o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), com regras para aplicação de medidas socioeducativas a adolescentes. A legislação é equivalente à Lei de Execução Penal, destinada a maiores de 18 anos. Entre as novidades estão a regulamentação de visitas íntimas para os garotos e garotas e a necessidade de o juiz avaliar a privação de liberdade a cada seis meses.

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Overdose por drogas bate recorde no País

Em 10 anos, casos crescem 2,5 vezes. Mais notificações e misturas de múltiplos tóxicos estão por trás do aumento

Fernanda Aranda, iG São Paulo

Os casos de intoxicação por drogas bateram recorde no País. Levantamento feito pelo iG Saúde no sistema de notificação da FioCruz mostra que, em 10 anos, o aumento foi de 2,5 vezes.

Em 1999, primeiro ano de análise do Sistema de Informações Tóxico Farmacológicas (Sinitox), foram notificados por médicos e atendentes de saúde de todo o Brasil 2.654 registros de overdose. Já em 2009, último ano disponível e mapeado recentemente, o número subiu para 6.944 casos, um recorde na série histórica de acompanhamento.

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PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS

SECRETARIA NACIONAL DE POLITICAS SOBRE DROGAS MINISTÉRIO DA SAÚDE
Comitê Gestor do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas


Regulamento de processo seletivo para apoio financeiro a
municípios que desenvolvam projetos de implantação e/ou
ampliação de Casas de Acolhimento Transitório, da rede
integrada de saúde e assistência social, destinada ao
acompanhamento sociofamiliar e à inclusão de crianças,
adolescentes e jovens usuários de crack e outras drogas em
programas de reinserção social, conforme estabelecido no
Decreto nº 7.179, de 20 de maio de 2010

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FIFA is forcing Brazilian government to change law

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A grande festa (das cervejarias)

site ABEAD 23/01/2012
Tendências / Debates: A grande festa (das cervejarias)

O Carnaval, uma das festas mais populares do país, infelizmente evidencia um modelo bastante difundido e incentivado socialmente por aqui: o beber excessivamente

 Artigo de Joaquim Melo para a Folha de S. Paulo

 E, só para não perder o costume, as festas das principais cidades brasileiras estão sendo patrocinadas por grandes cervejarias. Empresas que, fornecendo uma série de aparatos para a realização dos eventos, têm como principal objetivo incentivar o consumo de álcool.

Para quem ainda duvida que o patrocínio de eventos culturais por fabricantes de bebida estimule o consumo, um bom exemplo é o último Rock in Rio.

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100 years of the war on drugs

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BBC News Magazine - By Tom de Castella
The first international drug treaty was signed a century ago this week. So what was the war on drugs like in 1912?

Today it is taken for granted that governments will co-operate in the fight against the heroin and cocaine trade.

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Crack: uma questão de saúde pública. Entrevista especial com Marcelo Ribeiro de Araújo

Dr_Marcelo_Ribeiro_R7Instituto Humanitas Unisinos www.ihu.unisinos.br
“O crack já se interiorizou. Hoje, 98% das cidades convivem com esse problema”, informa o psiquiatra.

Confira a entrevista

Os investimentos em políticas públicas de enfrentamento ao crack são recentes, iniciaram nos anos 2000, e esse é um dos motivos da desarticulação no tratamento dos dependentes químicos. "O preconceito em relação ao tratamento", segundo Marcelo Ribeiro de Araújo, também contribui para a desarticulação, " porque ainda existem pessoas que acham que ‘passar a borracha’ nos usuários  é a melhor solução” para acabar com as drogas.

Para ele, o desafio em relação ao tratamento dos usuários de crack é tratar o caso como um problema de saúde pública. Nesse sentido, avalia, os Centros de Atenção Psicossocial-Álcool e Drogas (Caps-AD) representam um avanço, “mas os profissionais ainda não receberam toda a capacitação que poderiam ter recebido”. E dispara: “O grande problema é que as pessoas colocam a responsabilidade toda no Caps, mas ele não consegue resolver o problema da dependência química. Alguns pacientes se beneficiam com o Caps e outros não. Têm pacientes que precisam, por exemplo, de uma moradia assistida, que é um intermediário, e isso ainda não existe no Brasil”.

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‘Crack é um problema de saúde e de segurança pública’

Em entrevista ao site de VEJA, o psiquiatra Ronaldo Laranjeira fala sobre o combate ao crack e o tratamento para dependentes

Veja.abril.com.br - Jones Rossi

Psiquiatra com PhD pela Universidade de Londres, Ronaldo Laranjeira é um dos médicos que mais conhece o crack no Brasil. Conduz pesquisas relacionadas à droga há mais de 15 anos. Várias delas forneceram importantes subsídios para o poder público. Laranjeira estabeleceu, por exemplo, o perfil dos dependentes da droga em São Paulo.

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João Goulão: “Combatemos o vício, não o viciado”

Época - MARCELO MOURA
O responsável pela política antidrogas mais elogiada do mundo critica a internação compulsória adotada no Rio de Janeiro e a ação da polícia em São Paulo
João Goulão, chefe das agências portuguesa e europeia de combate às drogas, foi a São Paulo na semana passada divulgar o World Bike Tour. Para o português de 56 anos, seu trabalho pode ser tão amplo que chega à promoção de um passeio ciclístico. A ideia de que o esporte pode ajudar a manter as pessoas longe do vício levou à cidade da Cracolândia o responsável pelo plano antidrogas mais elogiado do mundo. Em 2001, Portugal descriminalizou o consumo de drogas e criou uma rede de assistência aos viciados que inclui incentivos fiscais para empresas que queiram contratá-los. Com iniciativas ousadas, o país acabou com suas cracolândias e passou a registrar os menores índices de consumo de drogas entre os jovens na Europa.

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Cracolândia: uma terra sem pai

em_questaoRevista Veja 21/01/2012
No jogo político de empurra, a discussão sobre soluções para a explosão do consumo do crack no país e o combate ao uso da droga mais devastadora das últimas décadas descamba para o discurso simplista: a busca por culpados

O crack virou o assunto da vez nos primeiros movimentos da corrida eleitoral à prefeitura de São Paulo. A discussão ganha destaque desde a operação de repressão ao consumo da droga na Cracolândia, iniciada no último dia 3. E tem contornos eleitorais cada vez mais definidos.

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Documento: NIDA

docNIDA
 

Sexo, crack e gravidez

dr_ronaldo_r_laranjeiraDr_Marcelo_Ribeiro_R7Revista Época 13/01/2012

Um olhar sobre o grupo mais vulnerável da Cracolândia

CRISTIANE SEGATTO

O “faxinão” da Cracolândia, a tentativa de dispersar os viciados do centro de São Paulo sem oferecer a eles nenhuma forma adequada de tratamento, obriga a sociedade a discutir o que deu errado ali nos últimos 20 anos. Proponho um olhar construtivo. Uma reflexão sobre quem mais sofre onde o Estado fracassa.

Entre os diversos grupos que usam crack, nenhum parece ser tão vulnerável quanto o das jovens grávidas. Em junho do ano passado, ÉPOCA publicou uma reportagem sobre o aumento dos casos de dependentes da droga que tinham seus bebês na principal maternidade pública da Zona Leste da capital.

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Does Religiosity Facilitate Substance Use Recovery in Teens?

Religious practices, not beliefs, were associated with improvements in an inpatient program.

Published in Journal Watch Psychiatry

One mechanism by which 12-step programs facilitate abstinence from substances is the substitution of self-preoccupation with attention to people and processes outside oneself, which can provide additional support and motivation for sobriety. These researchers aimed to determine whether lifetime religiosity affects adherence to a 12-step program and improves substance-related and psychosocial outcomes. Participants were 195 adolescents (ages, 14–18) in a 2-month residential treatment program (83% were court-referred). On admission, investigators assessed lifetime religiosity with measures of belief in and awareness of God and religious behaviors such as prayer and meditation.

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INPAD/UNIAD - Cursos

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Especialização em Dependência Química - Presencial SP

INPAD / UNIAD / UNIFESP

Pós - Lato Sensu

Inscrições Abertas 2012

clique e garanta sua vaga!

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A United Nations General Assembly Special Session for Mental, Neurological, and Substance Use Disorders: The Time Has Come

Summary Points
- Mental, neurological, and substance use (MNS) disorders are leading causes of the global burden of disease and profoundly impact the social and economic well-being of individuals and communities.
- The majority of people affected by MNS disorders globally do not have access to evidence-based interventions and many experience discrimination and abuses of their human rights.
- A United Nations General Assembly Special Session (UNGASS) is needed to focus global attention on MNS disorders as a core development issue requiring commitments to improve access to care, promote human rights, and strengthen the evidence on effective prevention and treatment.

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Cracolândia precisa 'da ajuda de todos', diz Alckmin

Jornal Diário do ABC  - Agência Estado
O governador de São Paulo Geraldo Alckmin admitiu hoje que várias reuniões foram realizadas com a prefeitura de para decidir a ação conjunta que seria adotada na ocupação da Cracolândia, no centro da capital paulista. Segundo o jornal "Folha de S.Paulo", Estado e Prefeitura discutiam a estratégia de ocupação desde dezembro. Alckmin, que se referiu à região como "ex-Cracolândia", comemorou "os indicadores positivos" da operação. "Aumentou muito o número de pessoas procurando abrigos sociais. Agora estamos oferecendo mais 286 vagas em abrigos. Também aumentou muito a procura por internação voluntária, nenhuma foi compulsória. Foram sete por dia", revelou.

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Experiência dos EUA pode ser exemplo para combate ao crack no Brasil

Alessandra Corrêa

Da BBC Brasil em Washington

Em janeiro de 1990, uma operação conduzida pela polícia de Washington e pelo FBI (a polícia federal dos Estados Unidos) resultou na prisão do então prefeito da capital americana, Marion Barry, por consumo e porte de crack. O escândalo, amplamente noticiado, mostrava que a chamada "epidemia de crack" que assolava o país não poupava nem mesmo as altas esferas do poder.

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Especialista defende internação “à força” para viciados da Cracolândia

Dr_Marcelo_Ribeiro_R7Para Marcelo Ribeiro, grávidas e pessoas com problemas psicológicos devem ser recolhidos

Ana Letícia Leão, do R7

A megaoperação na Cracolândia, região central da capital paulista, que acaba de completar uma semana não tem previsão para acabar e deve passar por várias fases, segundo a Polícia Militar. Na segunda delas, que abrange o tratamento médico e assistencial, a polícia afirmou que poderá haver a internação compulsória de alguns usuários, caso seja necessário. Ouvidos pela reportagem do R7, especialistas disseram concordar com essa medida.

Para Marcelo Ribeiro, doutor em Ciência pelo Departamento de Psiquiatria da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a internação compulsória [quando não é por espontânea vontade] é válida em alguns casos de vício de drogas, principalmente do crack. Segundo Ribeiro, coautor do livro O Tratamento do Usuário de Crack (Ed. Artmed), com Ronaldo Laranjeira, especialista em psiquiatria pela Universidade de Londres, recolher o usuário da droga “é uma alternativa e deve fazer parte de um menu de opções para ajudar”.

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Perfil sociodemográfico e história natural do consumo de crack entre usuários de sete estados brasileiros e do distrito federal

Coordenação Geral: Marcelo Ribeiro e Ronaldo Laranjeira
Centros de Pesquisas envolvidos: UNIAD / INPAD / CNPq / FAPESP / PROGENE / IPq / USP /  PROVE / NAC - National Addiction Centre - Institute of Psychiatry - King's College (Londres - Reino Unido)

Resultado Parcial do estudo: segundo semestre de 2012
Publicação do livro com os Resultados Finais: primeiro semestre de 2013

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Maioria dos usuários da Cracolândia se submeteriam a tratamento, afirma pesquisa da Uniad/Unifesp

Pesquisadores entrevistaram 170 usuários em dezembro de 2011 para traçar o perfil do usuário de crack. 34% defende a internação involuntária em determinadas ocasiões

Pesquisa realizada pela Uniad/Unifesp (Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Universidade Federal de São Paulo) procurou compor um perfil do usuário de crack e ouviu 170 dependentes da região em dezembro de 2011.

Apesar do retrato desolador, 47% dos entrevistados se submeteriam a um tratamento e 62,3% expressaram o desejo de parar de usar drogas. Uma parte menor (18,8%) afirmou que gostaria de se submeter a um tratamento que permitisse apenas diminuir o consumo, sendo que uma parte similar (18,9%) não deseja interromper ou diminuir o consumo da droga.

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Por que só a Polícia não resolve o problema da Cracolândia

Revista Exame.com - Daniela Moreira

Políticas sociais e de saúde são fundamentais para endereçar o problema da região, concordam especialistas

 São Paulo - A operação deflagrada pela Polícia Militar na última terça-feira na Cracolândia, região no centro de São Paulo onde o intenso tráfico e consumo de crack acontecem a olhos nus há vários anos, tocou em uma ferida aberta da cidade.

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Usuários da Cracolândia de SP querem deixar o vício, revela pesquisa

Dr_Marcelo_Ribeiro(clique e assista a reportagem)

Segundo a Unifesp, 47% dos usuários da região aceitariam tratamento.
Jornal Nacional
Prefeitura diz que 24 dependentes já foram encaminhados
Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (6) revelou que os usuários de drogas da Cracolândia, em São Paulo, querem deixar o vício. A ocupação da polícia no local já dura quatro dias.
Ninguém pode voltar para os escombros que serviam de casa. Comprar crack ficou mais difícil. A polícia quer impedir o acesso à droga e prender os traficantes. Desde terça-feira (3), mais de 500 pessoas foram abordadas. Quem ocupava a Cracolândia ainda vaga sem rumo pelo Centro de São Paulo.

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Políticas de saúde pública podem mudar cracolândia

ANÁLISE AÇÃO PÚBLICA

Um projeto efetivo para a região deve oferecer modelos preocupados com a diversidade dos usuários da droga

Marcelo_Ribeiro_de_Araujo__ABPDr._Ronaldo_Laranjeira_psiquiatra

MARCELO RIBEIRO
RONALDO LARANJEIRA
ESPECIAL PARA A FOLHA DE SÃO PAULO

TRATA-SE DE UMA POPULAÇÃO HETEROGÊNEA, FORMADA POR HOMENS, MULHERES, TRANSGÊNEROS, JOVENS, IDOSOS E GRÁVIDAS; ALGUNS USUÁRIOS DESEJAM PARAR, UNS DIMINUIR, OUTROS DESEJAM PERMANECER NESSA CONDIÇÃO

A cracolândia existe há mais de 20 anos sem nunca ter merecido uma política de saúde estruturada e duradoura. Todos esses anos, o apoio aos usuários tem sido dado por líderes religiosos e membros de ONGs, que atuam sem recursos e de forma heroica.

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São Paulo e o eterno desafio de acabar com a Cracolândia

DR_RONALDO_ABEADRevista Veja
 
Governo e prefeitura lançam mais um plano para tentar solucionar problema no centro da cidade. Por enquanto, só conseguiram dispersar os usuários de crack

A prefeitura e o governo de São Paulo iniciaram nesta terça-feira um novo plano para acabar com a Cracolândia, que há quinze anos faz parte do cenário da região central da capital. São cerca de 400 pessoas que passam dias e noites usando drogas livremente e a céu aberto na região da Rua Helvétia, próximo a Estação Júlio Prestes. Andam com o olhar perdido, envoltos em farrapos e cobertores.

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O Tratamento do Usuário de Crack - 2a Ed.

crack_II

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The “Action Signs” Project

toolkitA toolkit to help parents, educators and health professionals identify children at behavioral and emotional risk.

Acesse também:

A Clínica da Dependência Química e Adolescência

Capacitação de Profissionais para Prevenção ao Uso Indevido de Drogas


The attached toolkit is intended to provide dissemination tools, materials, and training guidelines for a wide variety of stakeholders including physicians, teachers, and parents as well as advocacy organizations. For example, the toolkit includes a sample poster for use in physician’s offices and schools, informational handouts for parents and youth, and self-adhesive stickers for use in a medical chart to guide doctors in their asking youth and families about the presence of the action signs.
This set of ‘Action Signs’ and accompanying materials are intended for educational and instructional purposes alone. The action signs are a set of indicators of potentially serious emotional, mental or behavioral difficulty.

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El Alcohol: un producto de consumo no ordinario

a15img01Marcos Romano; Ronaldo Laranjeira
Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas, Universidade Federal de São Paulo

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-44462004000400017

Há 30 anos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) vem coordenando um projeto que visa a analisar as evidências disponíveis sobre as políticas públicas em relação ao álcool. As primeiras conclusões foram reunidas em um volume lançado ainda em 1975, Alcohol control policies in public health perspectives. Sobre ele, assinalou Griffith Edwards que "poucos livros tiveram tanta influência no pensamento e na elaboração de políticas públicas nessa área". O sucessor deste primeiro trabalho foi "Alcohol Policy and the Public Good" (Edwards et al, 1994), que estabeleceu as bases científicas para a elaboração de políticas públicas para o álcool de uma forma abrangente e facilmente acessível.

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Legalização de drogas e a saúde pública

Ronaldo Laranjeira
Introdução
A intensidade do debate sobre legalização de drogas no Brasil mostra que o assunto "drogas" produz efeitos nas pessoas, que se sentem levadas a ter muitas certezas e a ficar de um lado ou de outro da questão.
leia mais

O Direito de não usar drogas

Estado de São Paulo - Ronaldo Laranjeira

Recentemente, divulgou-se a opinião sobre o futuro da política de drogas no Brasil do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que defende maior liberdade de uso da maconha. Fernando Henrique disse que um mundo sem drogas é inimaginável, expressando a visão da Comissão Brasileira sobre Drogas e Democracia. Ao alegar que a sociedade conviverá sempre com as drogas, defende com uma clara distorção da racionalidade a ideia de que isso deveria tornar os usuários imunes ao sistema criminal. Leia mais...

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Ação Saúde (1) - APM

Ação Saúde (2)

Benzodiazepínicos - Manejo da Dependência

MORADIA ASSISTIDA


Realidade ou utopia?
As moradias assistidas são locais que acolherão as pessoas com alta de tratamento contra dependência química sem familiares e possibilidade de residência fixa. Saiba mais...


Dra Nora Volkow (7)

Bate Papo com Especialista (1)

Bate Papo com Especialista (2)

Perfil do Usuário de Crack Brasil


Perfil_usuarios_crack_Brasi

Segmento de 12 anos de Crack

crack-ppt

A Situação do Crack Outras Drogas nos Municípios Paulistas

Slide01

Cartilha: CRACK

capacrackcart

Adolescentes

Adolescentes

Mouse Party

mouse

 

Tratamento da Dependência Química - Os 13 princípios do NIDA

13 Princípios Básicos para efetividade do Tratamento de Dependentes Químicos, sugeridos pelo NIDA (National Institute on Drug Abuse) Leia mais 

Acesse o NIDA

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Foundation for a drug-free World

foundation-for-a-drug

Álcool e Saúde Pública

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Bêbado ou Sóbrio?

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Programa do Estado de São Paulo para evitar o consumo de álcool entre adolescentes

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O Programa do Estado de São Paulo para evitar o consumo de álcool entre adolescentes –
Sintonia com a Estratégia Global da Organização Mundial da Saúde em relação ao Álcool - Resolução da 63ª Assembléia Mundial da Saúde de Maio de 2010.

Grupos de A.A. no Google Earth

(clique aqui)

Abuso e Dependência: Crack

Projeto Diretrizes

Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina

Autoria: Associação Brasileira de Psiquiatria
Elaboração Final: 31 agosto de 2011
Participantes: Marques ACPR, Ribeiro M, Laranjeira RR, Andrada NC


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