
Violência entre parceiros íntimos e consumo de álcoolA violência por parceiro íntimo (VPI) é reconhecida mundialmente como problema de saúde pública. A maioria das pesquisas nesta área foi feita em países desenvolvidos, principalmente nos Estados Unidos (EUA), onde diversos estudos populacionais foram realizados nas duas últimas décadas. Na Pesquisa Nacional de Violência Familiar em 1985,23 16% dos casais americanos tinham passado por um ou mais tipos de VPI nos 12 meses antes das entrevistas. A maioria das agressões foi considerada violência leve (por exemplo, tapas, empurrão), mas aproximadamente um terço dos eventos foi relatado como grave (por exemplo, espancamento, estrangulamento, espancamento com um objeto, sexo forçado, ameaça com ou uso de uma faca ou arma de fogo). 25% da população toma 80% do álcool consumido no BrasilDados são de estudo que mapeou padrões de ingestão de álcool; pesquisa revela que metade da população não bebe Artigo mostra que consumo moderado não é a regra no país; pesquisa ouviu 2.346 indivíduos com mais de 18 anos em 143 cidades do país Folha de São Paulo - GABRIELA CUPANI - DA REPORTAGEM LOCAL O consumo moderado de álcool não é regra no país. Enquanto metade da população brasileira se diz abstêmia, os bebedores apresentam alto nível de consumo de risco -bebem regularmente e em grande quantidade. Apenas um quarto dos brasileiros consome 80% do álcool ingerido no país. Essas são as conclusões de um estudo que fez um retrato do padrão de uso de álcool pelos brasileiros, realizado pela Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), que acaba de sair na "Revista Brasileira de Psiquiatria". O estudo, o primeiro levantamento do gênero no país, entrevistou 2.346 indivíduos com mais de 18 anos em 143 cidades. Os resultados mostram que 48% não haviam ingerido álcool nos últimos 12 meses. Por outro lado, do total da amostra, 28% relataram pelo menos um episódio de crise de ingestão ("binge drinking", mais de cinco doses em homens e quatro em mulheres em uma ocasião). Estudo sobre a saúde de Hitler tenta esclarecer se o ditador era usuário de drogasDer Spiegel - - Christoph Gunkel
Há uma miríade de teorias por aí sobre a saúde de Hitler. Algumas dizem que era viciado em drogas; outras, que era vítima de uma hipnose que deu errado. Depois, há estranhas hipóteses sobre sua genitália. Um novo livro, contudo, derruba tais ideias. Drogas e doenças tiveram pouco efeito sobre suas ações, concluem os autores. Para um assassino em massa, Adolf Hitler tinha um relacionamento totalmente paternal com seu médico pessoal. “Meu querido doutor, estou tão feliz em vê-lo esta manhã!”, dizia o ditador nazista ao seu médico, Theodor Morell, em quem confiava cegamente. De fato, Hitler estava convencido que Morell tinha salvado sua vida em diversas ocasiões. “Meu caro doutor!”, disse o déspota a Morell em novembro de 1944, “se nós sobrevivermos à guerra, você verá o quão generosamente vou recompensá-lo!”. Apreensão de matéria-prima do crack sobe 250% no Brasil; confisco de cocaína no aeroporto de Guarulhos aumenta 52%Arthur Guimarães - Do UOL Notícias - Em São Paulo
O primeiro dado que salta aos olhos nas planilhas mostra que aumentaram no Brasil em cerca de 250% as apreensões da chamada pasta base de coca (base para a produção do crack e cocaína) em relação a 2008. Foram 1,4 toneladas da substância, maior quantia tirada de circulação pelos policiais na última década, um recorde muito acima da média histórica anual confiscada. O QUE É O CRACK? CUIDADO COM O "CRACK", ESSA DROGA VICIA RÁPIDO E MATA!!Dr Google O QUE É O CRACK? Pequenas pedras de formatos irregulares, fumadas em cachimbos na maioria das vezes improvisados. O crack é uma mistura de cocaína em pó, convertida em alcalóide pelo tratamento com um álcali (amônia ou bicarbonato de sódio). Recebeu este nome porque faz um pequeno estalo na combustão quando fumado. Mais barato que a cocaína, produz um efeito forte que dura muito pouco tempo, aumentando o consumo rapidamente e encarecendo a dependência. Em São Paulo, uma pedra de crack chega a custar 15 reais. Se o dependente fumar cerca de vinte pedras por dia, gastará 300 reais em um único dia. Os efeitos produzidos no usuário são basicamente iguais ao da cocaína, porém muito mais intensos. Causa irritabilidade, depressão e paranóia, algumas vezes levando o usuário a ficar violento. Afeta a memória e a coordenação motora, provocando um emagrecimento acentuado, debilitando o organismo como um todo. Atualmente, é a droga que mais causa devastação no organismo do usuário. Primeira clínica pública de reabilitação de SP completa um ano
Folha de São Paulo - MARIANA VERSOLATO - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
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A primeira clínica pública de internação para adolescentes dependentes de álcool e drogas de São Paulo completou um ano de funcionamento no dia 27 de janeiro com um saldo de 96 jovens atendidos, taxa preliminar de recuperação de 50% e mudanças no projeto original para adaptar as técnicas americanas, nas quais o projeto é baseado, à realidade brasileira. Foundation for a drug-free WorldWe are a nonprofit public benefit organization headquartered in Los Angeles, California that makes available educational materials in dozens of languages across 125 countries so youth and adults can make informed decisions to be drug-free. Through our international drug prevention network we work with youth, parents, educators, volunteer organizations and government agencies, providing information, advice and coordination. In short, we work with anyone interested in helping people lead lives free from drug abuse. Ciência busca o gene comum da compulsãoFolha de São Paulo - Por MARK DERR Os cientistas ligaram um gene ao comportamento compulsivo -nos cachorros. Pesquisadores estudaram cães doberman pinscher que se enrolam em bolas, sugando seus flancos durante horas, e descobriram que os cães afetados têm um gene em comum. Eles descreveram suas conclusões -foi o primeiro desses genes identificado em cães- em um curto relatório em "Molecular Psychiatry". Nicholas Dodman, diretor da clínica de comportamento animal na Escola de Medicina Veterinária Cummings da Universidade Tufts, em Massachusetts, e o principal autor do relatório, disse que as conclusões têm amplas implicações para distúrbios compulsivos em pessoas e animais. O álcool emburrece, por Carla Rojas Braga *Os adolescentes andam bebendo demais. Zero Hora A maioria dos jovens, meninos, e, cada vez mais, as meninas, ficam bêbados em quase todas as festas de finais de semana. E a chance de colocarem suas vidas em risco, nestas ocasiões, é enorme. Pessoas extremamente inteligentes, antes da festa, podem, após alguns copos, tornarem-se completos idiotas e fazerem as maiores barbaridades. O consumo de álcool entre os adolescentes tem crescido assustadoramente e começa cada vez mais cedo. Atualmente, no Brasil, aos redor dos 12 anos. Projeto proíbe a instalação de bares próximos a escolasJornal do Correio Brasiliense - Por Redação, com Agência Câmara - de Brasília A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 6347/09, do deputado Francisco Rossi (PMDB-SP), que proíbe a instalação de estabelecimentos que comercializem bebidas alcoólicas próximos às escolas públicas e privadas. A distância mínima deve ser de 200 metros. Proibido fumar com menores no carroDestak - PT - Isabel Stilwell O Ministério da Saúde da Finlândia anunciou que vai proibir fumar em automóveis particulares que transportem jovens com menos de 18 anos. Baseiam a decisão no facto de a maioria das pessoas começarem a fumar muito novas, entre os 12 a 15 anos, idade em que ainda não são capazes de tomar uma decisão informada, nem de medir as consequências do seu gesto. Sendo assim, compete ao Estado protegê-las do fumo que pode levar à experimentação e à dependência. Intenso debate sobre a Legalização das Drogas no BrasilSugerimos alguns textos para auxiliar na racionalidade da Legalização da maconha |
Programa Menos Álcool mais Vida
Mais saúde, mais trabalho, mais capacidade, mais dignidade, mais alegria, mais amor, mais satisfação, mais emoção, mais confiança, mais prazer e mais autoestima.

13 Princípios Básicos para efetividade do Tratamento de Dependentes Químicos, sugeridos pelo NIDA (National Institute on Drug Abuse) Leia mais