School-Based Interventions Can Reduce Teen Substance Use
Join Together - Research Summary - September 1, 2010 New research from the United Kingdom suggests that personality-based interventions -- delivered by mental-health specialists or teachers given brief training -- can substantially reduce drug and alcohol use in teens, the BBC
In the first study involving more than 700 London secondary-school students aged 13 to 16, researchers assessed participants’ personality strengths and weaknesses, then randomly assigned half the group to a two-session intervention with mental-health specialists and the other half to no intervention. The teens who received the intervention were 40% less likely to binge drink and 80% less likely to take cocaine than those receiving no intervention.
Caso de menino norte-americano mostra os perigos dos medicamentos antipsicóticos
The New York Times - Duff Wilson Opelousas, Luisiana (Estados Unidos)
Aos 18 meses de idade, Kyle Warren começou a tomar diariamente um medicamento antipsicótico por ordens de um pediatra que tentava conter os graves episódios de descontrole emocional da criança.
Assim teve início uma jornada conturbada para o garoto, de um médico a outro, de uma diagnóstico a outro, envolvendo uma quantidade ainda maior de medicamentos. Autismo, desordem bipolar, hiperatividade, insônia, transtorno negativista desafiante. O regime diário de pílulas do garoto multiplicou-se: o antipsicótico Risperdal, o antidepressivo Prozac, dois remédios para dormir e um para distúrbio do déficit de atenção. E tudo isso quando ele tinha apenas três anos de idade.
Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) divulgaram, recentemente um levantamento inédito sobre o consumo de drogas entre estudantes de escolas paulistanas. O estudo teve a participação de 5.226 alunos do 8º e 9º ano do ensino fundamental e dos três anos do ensino médio, em 37 escolas.
De todas as drogas o álcool se mostrou, de longe, a mais usada: 40% dos estudantes haviam bebido no mês anterior à pesquisa, enquanto 10% haviam consumido tabaco, a segunda droga mais prevalente, O álcool é também a droga que começa a ser consumida mais cedo, com média de idade de 13 anos. O primeiro consumo de álcool ocorreu em casa para a maior parte dos entrevistados: 46%.
(clique na imagem para visualizar o convite) As inscrições no Prêmio SAÚDE! foi estendido para 22 de setembro, atendendo a pedidos de profissionais que pretendem participar, mas ainda não reuniram o material necessário.
Taxa de homicídios cresce 32% em 15 anos no país, aponta IBGE
Dados são da publicação Indicadores de Desenvolvimento Sustentável.Mortes atingiram, em média, 10 vezes mais os homens do que as mulheres. Do G1, em São Paulo A taxa de homicídios no país cresceu 32% em 15 anos, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da publicação Indicadores de Desenvolvimento Sustentável de 2010. Segundo o estudo, a taxa de mortes por homicídio no país aumentou de 19,2 em 1992 para 25,4 em 2007 a cada 100 mil habitantes, alta de 32%. Os dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, segundo o IBGE.
Pesquisa do Inca indica que 25 milhões de brasileiros fumam atualmente
Percentual de fumantes é maior entre homens, moradores da região Sul, mais pobres e menos escolarizados
Folha de São Paulo - FÁBIO GRELLET - DO RIO
Em 1989, 33% dos brasileiros com mais de 18 anos fumavam, segundo o Inca (Instituto Nacional de Câncer). Hoje, 18% desse público fuma. A queda foi de 45%. A conclusão é da Pesquisa Especial de Tabagismo, divulgada ontem pelo Inca. Realizado simultaneamente em 14 países, no Brasil o estudo começou em 2008 e ouviu 39.425 pessoas -fumantes ou não- de 15 anos ou mais.
Mãe desesperada interna filho viciado em crack à força
Domingo Espetacular R7 O Domingo Espetacular preparou um dossiê sobre a droga que se espalhou pelo Brasil. Veja a história de um jovem de classe média viciado em crack em Santos (SP).
Psiquiatra afirma que a legalização aumentaria o uso
Folha de São Paulo - DE SÃO PAULO
No Brasil, 2,6% da população já experimentou maconha. Na Europa Ocidental, 7%. Na América do Norte e na Oceania, 11% e 16%. Para o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, legalizar a droga no Brasil seria aceitar o risco de ver o consumo disparar. "O preço seria ver o país chegar em um padrão australiano daqui a dez anos. Se isso acontecer, em um país sem retaguarda do sistema de saúde, a população necessitada vai ficar desassistida."
Primeiro produtor da droga no país, químico ajudou a Polícia Federal a entender a fabricação dos comprimidos
Guilherme Pupo/Folhapress Gibson dá entrevista em prisão do Paraná Folha de São Paulo - ITALO NOGUEIRA - ENVIADO A SÃO JOSÉ DOS PINHAIS (PR) PERFIL - Daniel Demetrius Gibson Filho de família de classe média baixa, o paranaense Daniel Demetrius Gibson, 38, não gosta de rave ou música eletrônica. Preferia consumir ecstasy ouvindo música clássica num quarto escuro. O ex-estudante de química não era usuário comum: é o primeiro e único produtor da droga sintética preso no país. Sua prisão, em 2008, por manter um laboratório de ecstasy, pôs o Brasil na lista dos países produtores da droga. Para a Polícia Federal, a captura permitiu o contato com a produção clandestina.
Época - São Paulo - #CentroAvante - Camilo Vannuchi
A lei que institui o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack foi assinada pelo Presidente Lula em 20 de maio. Desde então, surgiu entre os profissionais especializados na abordagem da dependência química aquilo que a psiquiatra Ana Cecília Roselli Marques chama de “briga de foices”: gestores de hospitais e equipes de saúde discordam de algumas medidas impostas e consideram outras inócuas. Coordenadora do Departamento de Dependência em Álcool e Drogas da Associação Brasileira de Psiquiatria, Ana Cecília afirma que uma política nacional anti-drogas não pode, como acontece com o “PAC do crack”, voltar-se quase que exclusivamente para o manejo dos dependentes, com propostas remediadoras, enquanto o Brasil vive uma onda crescente de novos usos. “Ninguém começa fumando crack”, ela afirma, propondo mais atenção à prevenção e à geopolítica das drogas.
Planeta Universitário Quanto mais precoce o consumo de uma droga de abuso, mais o indivíduo se torna vulnerável à dependência.
Foi o que mostrou um estudo com camundongos conduzido no Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP). Ao administrar doses de álcool em animais adolescentes e adultos, os pesquisadores constataram que os mais jovens apresentaram uma compulsão maior ao consumo após um período de abstinência. Segundo os pesquisadores, o resultado também pode valer para outros tipos de drogas de abuso, que englobam desde anfetaminas até entorpecentes pesados como cocaína e heroína, passando pelo cigarro e pelo álcool. “Drogas de abuso são aquelas que induzem à fissura pelo seu consumo seja pelo prazer proporcionado, seja pelos efeitos desagradáveis que a interrupção de seu uso provoca”, disse a coordenadora da pesquisa, Rosana Camarini, professora do ICB-USP, à Agência FAPESP.
Pais tem participação na dependência dos filhos por álcool e cigarro
Vício adquirido durante a adolescência é mais difícil de superar Do R7, com Fala Brasil
Jovens começam a fumar e a beber cada vez mais cedo e conhecem as primeiras drogas, como o tabaco e o álcool, dentro de casa. De acordo com o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a maior parte das pessoas com problemas com a bebida começam a consumir o produto antes dos 20 anos.
Secretaria de Justiça lança novo plano contra as drogas
Correio Brasiliense A Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do DF elaborou um novo plano contra as drogas. De acordo com a assessoria de imprensa da Sejus, a iniciativa tem o objetivo de promover valores voltados para a saúde física e mental dos dependentes químicos, a valorização das relações familiares e o desenvolvimento de estratégias voltadas para a prevenção e combate aos narcóticos. O plano foi elaborado pela Subsecretaria de Políticas de Combate às Drogas (Subcad), vinculada à Sejus, e fundamentado nas políticas nacional e distrital sobre drogas.
Ao soltar um condenado por tráfico, o Supremo Tribunal Federal iniciou uma discussão que pode dar aos traficantes chance de cumprir pena alternativa. Alexandre Mariano da Silva, condenado por tráfico pela Justiça gaúcha, alegando inconstitucionalidade na Lei de Drogas, conseguiu substituir sua prisão por pena alternativa. Silva enviou um habeas corpus ao STF ao não conseguir substituir sua sentença no RS. Seu argumento foi apoiado por Carlos Ayres Britto, José Antonio Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Cezar Peluso.
Why Parents Worry: Initiation into Cannabis Use by Youth and their Educational Attainment
by Jan C. van Ours & Jenny Williams - The University of Melbourne - Australia. Abstract In this paper we use individual level data from the Australian National Drug Strategy Household Survey to study the relationship between initiation into cannabis use and educational attainment. Using instrumental variable estimation and bivariate duration analysis we find that those initiating into cannabis use early in life are much more likely to dropout of school compared to those who start later on. Moreover, we find that the reduction in years of schooling depends on the age at which initiation occurs, and that it is larger for females than males. Introduction One of parents’ greatest fears is that their child will become involved with drugs. Underlying this fear is the belief that drug use could lead to poor educational attainment, subsequent failure in the labor market, and without a good job to anchor their lives, an unhappy future. Viewed within a human capital framework, this scenario may find resonance.
V Simpósio Internacional de Alcoolgia e Outras Drogas
Vila Serena tem o orgulho de comunicar que as informações e inscrições do V Simpósio Internacional de Alcoolgia e Outras Drogas já estão disponíveis através do link www.vilaserenabahia.com.br/simposio
Ronaldo Laranjeira Introdução A intensidade do debate sobre legalização de drogas no Brasil mostra que o assunto "drogas" produz efeitos nas pessoas, que se sentem levadas a ter muitas certezas e a ficar de um lado ou de outro da questão. Mostra também que o debate é profundamente ideológico e que após ouvirmos o lado favorável à legalização e o lado da proibição pura e simples, não ficamos mais esclarecidos a respeito da melhor política a ser seguida. Quando somente um dos aspectos de uma política de drogas, como a que discute apenas o status legal de uma delas, se torna o assunto principal do debate, é como se o rabo estivesse abanando o cachorro e não o contrário leia mais
Livro
Livro
Livro
Programa Menos Álcool mais Vida Mais saúde, mais trabalho, mais capacidade, mais dignidade, mais alegria, mais amor, mais satisfação, mais emoção, mais confiança, mais prazer e mais autoestima.
Álcool e Saúde Pública
Tratamento da Dependência Química - Os 13 princípios do NIDA