30 de setembro de 2020

Terapias Cognitiva e Cognitivo-Comportamental em dependência química Cognitive and Cognitive-Behavioral Therapy for substance abuse disorders

16 de novembro de 20133min

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Terapias Cognitiva e Cognitivo-Comportamental em dependência química
Cognitive and Cognitive-Behavioral Therapy for substance abuse disorders
Cláudio Jerônimo da Silva e Ana Maria Silva

Rev Bras Psiquiatr 2004;26(Supl I):35-42 / Terapias cognitivas e Cognitivo – comportamental
Nas últimas décadas, houve um grande avanço no uso clínico da Terapia Cognitiva (TC) aplicada a diversos transtornos psiquiátricos – transtorno de ansiedade; transtorno de personalidade; transtornos alimentares; diversas situações de crise1 e transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas.Esse interesse sobre TC se deve aos resultados promissores de pesquisas controladasque confirmaram sua eficácia para o tratamento da depressão quando comparada a grupos-controles. A partir de então, a Terapia Cognitiva a Terapia Comportamental (BT) e a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) foram pesquisadas para outros transtornos mentais e mostraram-se eficazes, em vários estudos clínicos, para o tratamento da dependência química e dos outros transtornos psiquiátricos.Este artigo não pretende esgotar o assunto das terapias de linhas comportamentais e cognitivas. Ele se propõe a discutir com mais detalhes: 1) as teorias cognitivas e comportamentais;2) as principais técnicas da TC; e 3) as técnicas utilizadas pela Prevenção de Recaída (PR)8 e Treinamento de Habilidades (TH).13 O elo entre a teoria cognitiva e a teoria comportamental Pela teoria cognitiva, a dependência química resulta de uma interação complexa entre cognições (pensamentos, crenças, idéias, esquemas,valores, opiniões, expectativas e suposições)14; comportamentos; emoções;relacionamentos familiares e sociais; influências culturais; e processos biológicos e fisiológicos.11 A TC, obviamente, focaliza primordialmenteos processos cognitivos.


Sobre a UNIAD

A Unidade de Pesquisa em álcool e Drogas (UNIAD) foi fundada em 1994 pelo Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira e John Dunn, recém-chegados da Inglaterra. A criação contou, na época, com o apoio do Departamento de Psiquiatria da UNIFESP. Inicialmente (1994-1996) funcionou dentro do Complexo Hospital São Paulo, com o objetivo de atender funcionários dependentes.



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