A maconha medicinal e a defesa da legalização: comprando gato por lebre

20 de maio de 20211min41
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O que parece ser um dilema – malefícios da maconha e suas propriedades medicinais – é perfeitamente explicado a partir da constatação de que é diferente isolar um determinado princípio ativo com propriedades medicinais, para o tratamento de enfermidades, de simplesmente fumar a erva em sua forma crua, ou mesmo comê-la em doces, bolos ou congêneres.

Na primeira situação, apenas o princípio ativo pretendido é consumido pelo usuário, em doses calculadas, enquanto no segundo é entregue o “pacote completo”, com os riscos dos efeitos deletérios já citados. Didaticamente, defender a legalização ampla da maconha, sob o argumento da finalidade medicinal, seria o mesmo que defender a legalização do ópio para viabilizar o uso medicinal da morfina. “Uma coisa é uma coisa; outra coisa, é outra coisa”, já diria o provérbio. Não há qualquer cabimento!

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Sobre a UNIAD

A Unidade de Pesquisa em álcool e Drogas (UNIAD) foi fundada em 1994 pelo Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira e John Dunn, recém-chegados da Inglaterra. A criação contou, na época, com o apoio do Departamento de Psiquiatria da UNIFESP. Inicialmente (1994-1996) funcionou dentro do Complexo Hospital São Paulo, com o objetivo de atender funcionários dependentes.



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