30 de setembro de 2020

Abuso e dependência de maconha: comparação entre sexos e preparação para mudanças comportamentais entre usuários que iniciam a busca por tratamento

5 de fevereiro de 20112min

Simone Fernandes

Rev. psiquiatr. Rio Gd. Sul [online]. 2010, vol.32, n.3, pp. 80-85

Maconha é a droga ilícita mais consumida em todo o mundo: mais de 3,8% da população mundial usa a substância. De acordo com dados coletados em 2007 nos Estados Unidos, na população com idade acima de 12 anos, o uso de maconha
foi de 14,4% nos 12 meses anteriores ao estudo. No Brasil, o consumo de maconha vem crescendo a cada ano. O uso na vida em 2001 era de 6,9%, e em 2005, passou a 8,8% da população; já a dependência da droga atinge 1,2% dos brasileiros. Embora estudos mostrem mais homens usando maconha do que mulheres, há um significante aumento de mulheres usuárias de maconha do ano de 1996 para 2001 (22,3 para 29,5%; p > 0,001); para homens, o aumento no número de usuários foi de 33,7 para 39,5% (p > 0,005) no mesmo período. O último levantamento domiciliar realizado no Brasil mostra que o uso de maconha entre mulheres cresceu de 3,4% em 2001 para 5,1% em 2005. Entre os homens, o aumento do uso foi de 10,6 para 14,3%, respectivamente.

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Sobre a UNIAD

A Unidade de Pesquisa em álcool e Drogas (UNIAD) foi fundada em 1994 pelo Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira e John Dunn, recém-chegados da Inglaterra. A criação contou, na época, com o apoio do Departamento de Psiquiatria da UNIFESP. Inicialmente (1994-1996) funcionou dentro do Complexo Hospital São Paulo, com o objetivo de atender funcionários dependentes.



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