Legalização da maconha no STF: psiquiatras e CFM defendem que não há quantidade segura para consumo da maconha

22 de agosto de 20232min134
maconha-23975029

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai retomar o julgamento que discute se é crime o porte de drogas para consumo próprio. O caso volta ao debate na próxima quarta-feira (23). Um grupo de especialistas da Saúde entendem que a descriminalização, ao aumentar o consumo, também amplia o poder do tráfico, o que contribui para maiores índices de violência.

O presidente da ABP, Antônio Geraldo da Silva, ressaltou que uma possível facilitação no acesso a entorpecentes pode agravar a situação do Brasil, que já registra cerca de 70 milhões de pessoas com algum transtorno psiquiátrico. Além disso, 11,3% da população brasileira sofrem com sintomas depressivos. “Sabe qual é a quantidade prevista que é segura para o consumo da maconha? Zero! Não há quantidade prevista de segurança do uso. Se há que banir uma droga da face da Terra, é a maconha. Então, a gente tem que diminuir é a produção. Nós temos que diminuir a possibilidade de distribuição. Nós conseguimos fazer isso com o antibiótico. Nós podemos conseguir fazer isso com todas as drogas”, alertou Antônio Geraldo.

leia mais em: https://jc.ne10.uol.com.br/colunas/saude-e-bem-estar/2023/08/15574659-legalizacao-da-maconha-no-stf-psiquiatras-e-cfm-defendem-que-nao-ha-quantidade-segura-para-consumo-da-maconha.html


Sobre a UNIAD

A Unidade de Pesquisa em álcool e Drogas (UNIAD) foi fundada em 1994 pelo Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira e John Dunn, recém-chegados da Inglaterra. A criação contou, na época, com o apoio do Departamento de Psiquiatria da UNIFESP. Inicialmente (1994-1996) funcionou dentro do Complexo Hospital São Paulo, com o objetivo de atender funcionários dependentes.



Newsletter


    Skip to content