Osmar Terra: ‘Se houver a legalização, teremos a Ambev da maconha

6 de agosto de 20192min

O ministro da Cidadania prevê que a descriminalização da ‘Cannabis’ criará uma indústria do entorpecente, o que chama de Maconhabras

Único ministro remanescente do governo de Michel Temer, o gaúcho Osmar Terra, 69 anos, se mostra confortável na gestão de Jair Bolsonaro. À frente do Ministério da Cidadania, ele compõe a fileira dos integrantes do Executivo que não modulam suas declarações nem selecionam campo de batalha. Deputado licenciado pelo MDB e médico de formação, Terra trava uma cruzada contra as drogas e tenta dissuadir o Supremo Tribunal Federal (STF) de descriminalizar a maconha — o tema deve entrar na pauta da Corte neste segundo semestre. Para ele, caso isso aconteça, o efeito será “trágico”. Prevê que haverá um maior número de dependentes, aumentarão os índices de violência e de doenças provocadas pelo consumo da droga e será criada uma verdadeira indústria do entorpecente — o que chama de Maconhabras, em uma analogia com a Petrobras. Em entrevista a VEJA, ele também refutou a tese de que há fome no Brasil, criticou o cinema nacional e disse que Bolsonaro acabou com o fisiologismo.

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Sobre a UNIAD

A Unidade de Pesquisa em álcool e Drogas (UNIAD) foi fundada em 1994 pelo Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira e John Dunn, recém-chegados da Inglaterra. A criação contou, na época, com o apoio do Departamento de Psiquiatria da UNIFESP. Inicialmente (1994-1996) funcionou dentro do Complexo Hospital São Paulo, com o objetivo de atender funcionários dependentes.



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