29 de novembro de 2020

Maconha: 66% em grandes capitais são contra legalização da droga

7 de fevereiro de 20174min

ite PODER 360 – http://www.poder360.com.br/seguranca-publica/em-grandes-capitais-66-sao-contra-legalizar-a-maconha/

Mulheres são mais contrárias que homens

Aceitação é maior nas classes sociais A e B

Cannabis Sativa é a planta que serve como base para maconha

Por Rodrigo Zuquim

Segundo pesquisa do Instituto Análise, cerca de sete em cada 10 entrevistados de 12 capitais são contra a legalização da maconha. Entre os que são favoráveis, 19% aceitam a legalização para uso medicinal e 16%, em qualquer situação.

O instituto realizou entrevistas entre os dias 6 e 12 de dezembro. Foram ouvidas 1.717 pessoas em São Paulo (411), Rio de Janeiro (301), Brasília (101), Salvador (100), Fortaleza (101), Belo Horizonte (101), Manaus (100), Curitiba (100), Porto Alegre (100), Recife (100), Goiânia (100) e Belém (102).

A margem de erro para a leitura total é de 2,1 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é 95%, diz o instituto.

legalizacaomaconha

As mulheres são mais contrárias à legalização da maconha do que os homens: 70% contra 61%, respectivamente. Jovens entre 18 e 24 anos são os que mais apoiam que o uso seja liberado, com 45%. Desses, 26% defendem legalizar em qualquer situação. E 19%, apenas no uso medicinal. A maioria das pessoas com idade acima de 60 anos rejeita tornar legal a utilização da droga (80%). Eis os percentuais:

faixaetaria

Rejeitam a legalização 71% dos entrevistados nas classes sociais C e D. Têm maior porcentagem de pessoas favoráveis as classes A e B, cerca de 40%:

classesocial

Quanto maior a escolaridade, maior a aceitação. São 43% os favoráveis à legalização da maconha entre os que completaram o ensino superior –24% para uso medicinal e 19% para liberar em qualquer situação:

escolaridade


Sobre a UNIAD

A Unidade de Pesquisa em álcool e Drogas (UNIAD) foi fundada em 1994 pelo Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira e John Dunn, recém-chegados da Inglaterra. A criação contou, na época, com o apoio do Departamento de Psiquiatria da UNIFESP. Inicialmente (1994-1996) funcionou dentro do Complexo Hospital São Paulo, com o objetivo de atender funcionários dependentes.



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