São Paulo se divide sobre eficácia de operações na cracolândia, aponta Datafolha

18 de abril de 20221min46
SITE UNIAD (4)

Situação de usuários de crack é vista como problema de saúde para 77% dos paulistanos e de segurança pública para 74%. A população da cidade de São Paulo está dividida em relação à eficácia das operações realizadas na região da cracolândia, no centro da capital paulista.

Questionados pelo Datafolha sobre quem é o principal responsável pelos problemas que envolvem o crack em São Paulo, os paulistanos apontaram para os traficantes (27%) e os próprios usuários (22%), somando quase metade dos entrevistados (49%), seguidos do governo estadual (20%), federal (11%) e municipal (7%).

“As operações até agora foram de curto prazo e sem muito foco”, avalia o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, professor titular da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e diretor da Uniad (Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas).

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Sobre a UNIAD

A Unidade de Pesquisa em álcool e Drogas (UNIAD) foi fundada em 1994 pelo Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira e John Dunn, recém-chegados da Inglaterra. A criação contou, na época, com o apoio do Departamento de Psiquiatria da UNIFESP. Inicialmente (1994-1996) funcionou dentro do Complexo Hospital São Paulo, com o objetivo de atender funcionários dependentes.



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