Morte em sessão de ayahuasca reacende debate sobre cuidados com psicodélico

12 de setembro de 20221min1283
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“O fato de alguém ter morrido sob o efeito da ayahuasca não indica que houve uma relação de causa e efeito entre as duas coisas”, afirma o psiquiatra Dartiu Xavier, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Ele se refere à morte de Micael Amorim Macedo, 26, durante uma experiência com a bebida psicodélica em uma chácara na zona rural de São Sebastião, no Distrito Federal, no dia 24 de julho.

O caso veio à tona há poucos dias, após postagens da companheira dele, Jaynah Christine, 29, cobrando explicações sobre as causas da morte, que ocorreu há um mês e ainda não foi esclarecida. A ocorrência está sendo investigada pela Polícia Civil do DF.

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Sobre a UNIAD

A Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (UNIAD) foi fundada em 1994 pelo Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira e John Dunn, recém-chegados da Inglaterra, com o objetivo inicial de oferecer atendimento a funcionários com problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas. Esse trabalho marcou o início de uma trajetória voltada à assistência, à pesquisa e à formação de profissionais na área da dependência química.



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