Cracolândia do centro de SP diminui, mas vive conflitos diários

1 de fevereiro de 20182min

Tensão entre guarda, PM e usuários de drogas ocorrem durante limpeza de ruas

Thiago Amâncio

SÃO PAULO

“A gente percebe pelos pombos”, diz uma mulher em frente à estação de trem Júlio Prestes, no centro de São Paulo. “Você olha esse tanto de pombo no chão, sabe que
está tranquilo. Se eles começam a voar sem parar, pode saber que vai ter confusão.”

É assim que uma enfermeira que atende usuários de droga na cracolândia diz saber quando vai estourar o próximo conflito na região -onde o fluxo de dependentes é menor do que há um ano, mas com tensão diária.

Área de venda e uso livre de drogas no centro paulistano, a cracolândia voltou ao foco policial em 21 de maio do ano passado, data de grande operação do governo Geraldo Alckmin (PSDB) destinada a combater o tráfico de drogas na região. À época, o prefeito João Doria (PSDB) chegou a dizer que aquela cracolândia havia acabado.

Veja mais em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/02/1954861-agora-reduzida-cracolandia-tem-conflitos-diarios-no-centro-de-sp.shtml


Sobre a UNIAD

A Unidade de Pesquisa em álcool e Drogas (UNIAD) foi fundada em 1994 pelo Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira e John Dunn, recém-chegados da Inglaterra. A criação contou, na época, com o apoio do Departamento de Psiquiatria da UNIFESP. Inicialmente (1994-1996) funcionou dentro do Complexo Hospital São Paulo, com o objetivo de atender funcionários dependentes.



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