Drogas – não dá para ficar em cima do muro

10 de janeiro de 20202min

A política transformou-se num espetáculo. A discussão das ideias sucumbiu às interdições da ditadura politicamente correta. Temas relevantes para o futuro da sociedade primam pela ausência. Não se apoiou o projeto para a segurança pública do ministro Sergio Moro, não obstante a surpreendente desenvoltura das facções criminosas. Assistimos, todos, ao jogo do marketing político. Enquanto isso, caro leitor, a violência avança impune e o seu principal estopim, o mercado das drogas, continua fora da agenda pública.

No mercado da cocaína o Brasil exerce triste liderança. O País é hoje o maior espaço consumidor da droga na América do Sul e, provavelmente, o segundo maior nas Américas. Cresce em progressão geométrica a demanda doméstica. Ademais, somos hoje um importante corredor de distribuição mundial. As consequências dessa assustadora escalada podem ser comprovadas nos boletins de ocorrência de qualquer delegacia de polícia. De fato, o tráfico e o consumo de drogas estão na raiz dos roubos, das rebeliões nos presídios e da imensa maioria dos homicídios.

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Sobre a UNIAD

A Unidade de Pesquisa em álcool e Drogas (UNIAD) foi fundada em 1994 pelo Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira e John Dunn, recém-chegados da Inglaterra. A criação contou, na época, com o apoio do Departamento de Psiquiatria da UNIFESP. Inicialmente (1994-1996) funcionou dentro do Complexo Hospital São Paulo, com o objetivo de atender funcionários dependentes.



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