Solidão é o fator mais associado à pior saúde mental no Brasil

27 de outubro de 20262min35
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Uma pesquisa do Instituto Cactus em parceria com a AtlasIntel, que ouviu 4.601 brasileiros, identificou a solidão como o fator mais associado à pior saúde mental no país. Segundo o levantamento, 36,5% da população relatou esse sentimento.

O estudo também mostrou que a convivência com amigos, a prática de atividades físicas e o trabalho voluntário estão associados a melhores indicadores de saúde mental. Em contrapartida, preocupações financeiras, conflitos familiares, uso intenso de redes sociais e dificuldades para dormir aparecem relacionados a piores resultados.

Os dados reforçam a importância dos vínculos sociais e da criação de oportunidades de convivência. O combate à solidão não depende apenas de iniciativas individuais, mas também de políticas públicas que ampliem o acesso a espaços comunitários, atividades culturais e opções de lazer.

A pesquisa destaca ainda que a inteligência artificial, embora seja utilizada por algumas pessoas para lidar com momentos de crise emocional e solidão, não substitui as relações humanas nem o acompanhamento profissional em saúde mental.

Artigo completo: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/10/solidao-e-o-fator-mais-ligado-a-pior-saude-mental-no-brasil-mostra-pesquisa.shtml

 

Foto: Folha de São Paulo


Sobre a UNIAD

A Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (UNIAD) foi fundada em 1994 pelo Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira e John Dunn, recém-chegados da Inglaterra, com o objetivo inicial de oferecer atendimento a funcionários com problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas. Esse trabalho marcou o início de uma trajetória voltada à assistência, à pesquisa e à formação de profissionais na área da dependência química.



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