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ENTREVISTA_MOTIVACIONA

Quarta, 01 Janeiro 2014 18:19

Acesse: Motivacao Senad.pdf

ENTREVISTA MOTIVACIONAL: BASES TEÓRICAS E PRÁTICAS

Flávia S. Jungerman: Psicóloga clínica e pesquisadora da UNIAD – Unidade de Pesquisas em Álcool e drogas – UNIFESP.
Ronaldo Laranjeira: Psiquiatra e coordenador da UNIAD – Unidade de Pesquisas em Álcool e drogas – UNIFESP.

O conceito de motivação tem recebido uma atenção grande na área das dependências. A técnica denominada Entrevista Motivacional (EM) postula que a aderência do dependente ao tratamento depende de sua motivação, mas sabemos que a motivação pode sofrer modificações ao longo do tratamento.
Costuma-se dizer que a motivação do ser humano pode ser avaliada por uma série de comportamentos, tais como:
Concordância com o terapeuta;
Aceitação do diagnóstico deste (isto é, admitir a dependência de uma droga);
Expressão de vontade de mudar ou de ser ajudado;
Exposição do incomôdo com sua situação pessoal e seguir os conselhos do terapeuta.
De forma oposta, estar „desmotivado‟ (em negação ou resistente) é apresentar os comportamentos contrários, portanto:o discordar do terapeuta é estar „em negação‟;o concordar é „insight‟.
A questão é que se julga motivação pelo que o paciente diz e a preocupação nesta nova abordagem seria o que o paciente faz, já que o que o paciente expressa não é garantia de que ele fará o que verbalizou. Assumir um diagnóstico não prediz o sucesso de tratamento, pois muitos dependentes dizem que o fazem, mas não mudam. Há outros pacientes que não se categorizam, mas conseguem mudar de atitude. Não é incomum as pessoas dizerem algo e fazerem diferente.

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RELATÓRIO FINAL - II LENAD

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