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uma chance de se aprender sobre Dependência Química mais de um século depois

Domingo, 22 Dezembro 2013 10:14

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Revisitando Anna O. : uma chance de se aprender sobre Dependência Química mais de um século depois

Por vários motivos, entre os quais inclui-se o da confidencialidade, a psiquiatria e a psicologia sempre se valeram de "casos clínicos" clássicos para estudar diferentes questões. Deste modo, não só todos os casos publicados por Freud ficaram famosos e sofrem constantes revisões; como outros que estudaram pessoas ilustres, com biografia conhecida, como foi o caso de Leonardo Da Vinci, Van Gogh, Proust, Heminway e Hitler.
Anna O. foi o codinome que Breuer(1895) deu à paciente que tratou de 1880 a 1882, em Viena. Treze anos depois escreveu seu famoso trabalho em co-autoria com Freud, e desde então todas as gerações de psiquiatras e psicanalistas incluem o exame deste caso no estudo que fazem sobre histeria, reconhecendo que o mesmo está inscrito na pré-história da psicologia, sobretudo a psicanalítica.
Em 1953 Jones revelou o verdadeiro nome da paciente : Bertha Pappenheim e desde então uma série de dados biográficos tem sido publicado por diversos autores, entre os quais destacam-se Pollock(1968), Ellemberger(1970,1972), Freeman(1972), Schur(1972), Hirsmüller(1978), Thornton(1983), Rosenbaum(1984), e Jacobsen (1996).
O presente trabalho tem por objetivo demonstrar que em posse destes "novos" dados, pode-se (e deve-se) fazer um novo exame do caso, o que nos levará a concluir que uma boa parte dos sintomas atribuídos nele à histeria, poderiam ser muito bem percebidos como sintomas de dependência/abstinência de morfina e/ou hidrato cloral.

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RELATÓRIO FINAL - II LENAD

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Resultados do II LENAD

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