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Motivação_: Estudo descritivo de um atendimento para dependentes de drogas"

Domingo, 22 Dezembro 2013 09:54

Acesse: Grupos de motivacao.pdf

Grupos de motivação: Estudo descritivo de um atendimento para dependentes de drogas"

Flávia S. Jungerman, MSc: Psicóloga clínica e pesquisadora da UNIAD (Unidade de Pesquisas em Álcool e drogas) do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina – UNIFESP – Hospital São Paulo
Roberto A. M. de Almeida: Psiquiatra colaborador da UNIAD (Unidade de Pesquisas em Álcool e drogas) do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina – UNIFESP – Hospital São Paulo
Ronaldo Laranjeira, Ph.D: Psiquiatra e coordenador da UNIAD (Unidade de Pesquisas em Álcool e drogas) do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina – UNIFESP – Hospital São Paulo

Vários tipos de tratamento tem sido propostos recentemente para melhorar a evolução dos pacientes dependentes de álcool e drogas. Dependentes de cocaína em especial têm recebido uma maior atenção, devido ao fato do consumo desta droga ter tido um aumento significativo em várias partes do mundo desde meados dos anos 80.Muito embora nos EUA tenha existido um declínio no número de usuários eventuais, as complicações associadas ao consumo aumentaram (3) principalmente com o advento do crack (32), que teve como repercussão um aumento nos índices de crime e violência associados ao consumo e ao tráfico (37). Em São Paulo, pesquisas mostram que o índice de usuários de crack procurando serviços aumentou de 17% em 1990 para 64% em 1993 (8).
Apesar do aumento do problema, o tratamento para esta população continua permeado pela dificuldade desta manter-se vinculada a um serviço. O grau de aderência dos dependentes ao tratamento vem sendo bastante estudado (7,11,16,19), sendo que, alguns estudos mostram uma maior desistência em tratamento ambulatorial comparado à internações, com proporções de 70% ou abaixo (35,40). Não só quantitativamente os dependentes ficam pouco tempo nos serviços mas também tem-se estudado o que, qualitativamente, afeta o envolvimento do paciente no tratamento. Alguns fatores que já receberam evidências empíricas com relação ao abandono:

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RELATÓRIO FINAL - II LENAD

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Resultados do II LENAD

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