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Prevenção ao uso de álcool e drogas

Um guia para pais, professores e profissionais que buscam um desenvolvimento saudável para crianças e adolescentes.

Prevenir o uso indevido de álcool e drogas constitui ação de inquestionável relevância nos mais diversos contextos sociais, em função da complexidade da questão e dos prejuízos associados ao abuso e à dependência a essas substâncias psicoativas. O assunto é abordado no livro Prevenção ao uso de álcool e drogas: o que cada um de nós pode e deve fazer?, que serálançado pelada editora Artmed, neste 9 de agosto, às 16h, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi SP.

A obra preenche a lacuna existente na literatura nacional acerca do assunto. O objetivo da psiquiatra Alessandra Diehl e da psicóloga Neliana Buzi Figlie é informar os profissionais da saúde, da educação, da mídia, da justiça e do trabalho, familiares e líderes comunitários, entre outros, sobre como fazer a prevenção ao uso/consumo de álcool, tabaco e outras drogas, bem como suas respectivas consequências nas esferas biopsicossociais, de forma clara e objetiva.

O uso de substâncias psicoativas altera a função cerebral e temporariamente muda a percepção, o humor, o comportamento, a consciência e sua utilização contínua pode desenvolver  uma doença chamada dependência. Daí a importância de uma atuação preventiva com vistas a evitar a doença e promover a saúde.

Não existe um modelo de programa de prevenção predefinido, eles precisam estar adequados à realidade local, aos anseios e à cultura da comunidade na qual estão implantados. “Essas iniciativas são de responsabilidade coletiva e precisam ter continuidade e seguimento, caso contrário, terão grandes chances de fracassar”, explica Figlie.

Uma estratégia preventiva conscientiza o público-alvo, reforça a autoestima e a autoconfiança, trabalha habilidades de resolução de problemas e necessidades definidas no contexto sociocultural e conta com a mobilização de recursos comunitários e redes sociais. A proposta é atuar antes que os problemas se instalem e se cronifiquem. “A prevenção deve começar na infância, em especial na família, que é o primeiro exemplo”, ressalta Diehl.

A realidade brasileira sobre investimento de recursos e políticas públicas direcionadas à prevenção ainda é muito incipiente. Em virtude da mentalidade sociocultural meramente curativa, hoje as noções são mais voltadas para o tratamento. “É importante lembrar que trabalho de prevenção, além de ser mais eficaz, é muito mais barato”, comenta Diehl. E completa: “Estimativas evidenciam que para cada um dólar investido em prevenção ocorre uma economia de até 10 dólares em tratamento para abuso de álcool ou outras substâncias”.

Entre os assuntos abordados no livro estão: os fundamentos que envolvem uma intervenção preventiva; a aplicabilidade da prevenção nos ambientes escolar, comunitário, do trabalho e na justiça e como planejar um projeto de prevenção; a prática preventiva e suas interfaces com outras conexões importantes relacionadas à prevenção, tais como resiliência, bullying e violência; o desafio das dependências não químicas; a importância dos limites e da mídia; a relação entre a sexualidade e o uso de drogas na promoção da prevenção; a importância da família nesse processo e a prevenção por meio de boas práticas nacionais e internacionais.

 

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RELATÓRIO FINAL - II LENAD

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Resultados do II LENAD

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