Belo Horizonte — Em sânscrito, ananda significa algo como serenidade ou felicidade suprema. A palavra virou inspiração para que a comunidade científica batizasse como anandamida uma substância endógena (produzida pelo organismo; no caso, o cérebro humano) descoberta em 1992. Ela pode ter efeitos analgésicos, ansiolíticos e antidepressivos semelhantes aos do THC, componente da espécie vegetal Cannabis sativa, mais conhecida como maconha. Entender melhor as funções dessa substância endógena, para que ela possa ser usada de forma medicinal, é o objetivo dos professores Fabrício Moreira e Daniele Cristina de Aguiar, que desenvolvem, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pesquisas sobre a anandamida, o THC e outras propriedades da Cannabis sativa. Os estudos têm colaboração do Instituto Max Planck de Psiquiatria de Munique (Alemanha) e dos departamentos de Neurociências e de Farmacologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, unidade de Ribeirão Preto.
Rosemeri Siqueira PedrosoI; Maria da Graça Tanori de CastroII; Renata Brasil AraujoIII
INTRODUÇÃO
O conceito mais utilizado de craving refere-se a um intenso desejo para consumir uma determinada substância, sendo mais amplamente definido como o reflexo de um estado de motivação orientado para o consumo de drogas, integrando a ideia de desejo com a da utilização da substância1-4.
A etiologia do craving pode ser explicada por intermédio dos modelos: Comportamental, Cognitivo ou Psicossocial e Neurobiológico, sendo que a opção por um desses influencia sua avaliação e manejo. A multidimensionalidade do craving parece justificar a necessidade de que seja utilizado um Modelo Biopsicossocial que integre os diversos modelos no tratamento de dependentes químicos4.
First Medical Marijuana Ad Airs on Television in CA-"CannaCare" Cannabis Commercial-Dispensaries Win
Gather.com
The very first medical marijuana ad airs on a California television network, Fox News affiliate, KTXL in Sacramento. The "CannaCare” cannabis commercial” marks the first time a topic surrounded by so much controversy is broadcast on television. A company, CannaCare is a marijuana dispensary in California that aired the commercial, but came under fire for its impact on children.
Cannabis: The "CannaCare” commercial
The first medical marijuana ad that appears on television in California was produced by CannaCare, a marijuana dispensary in Sacramento.
The 37 second medical marijuana commercial ad airs the testimonies of marijuana users who praise the medical benefits of its use. Various people explain how it's improved their chronic conditions where conventional medicine has failed.
A woman in the cannabis commercial ad, talks about improvement from bone disease. Another shares her story about traumatic injuries from being hit by an intoxicated driver.
À todos(as) companheiros(as) de caminhada e luta, por favor, leiam o documento abaixo e encaminhem para nossos parceiros e outras CTs que têm como objetivo efetivar e qualificar nosso modelo de tratamento. FEBRACT Federação Brasileira de Comunidades Terapêuticas
Campinas, 31 de agosto de 2010. Prezado(a) Presidente O aumento preocupante do uso do crack despertou o Poder Público de sua letargia. Depois de tantas décadas de omissão, abrangendo diversos governos, com raríssimas exceções, parece estar havendo um despertar e um desejo de enfrentar com decisão o flagelo das drogas.
Nos EUA, dobraram as prescrições de drogas contra doenças como transtorno bipolar para o público de 2 a 7 anos
Caso de um garoto que começou a tomar esses remédios aos 18 meses mostra os riscos dos efeitos colaterais
Folha de São Paulo - The New York Times - Kyle Warren, aos três anos, obeso por causa de remédios DUFF WILSON DO "NEW YORK TIMES", EM OPELOUSAS, LOUISIANA Kyle Warren começou a tomar um remédio antipsicótico todo dia aos 18 meses de idade, por ordem de um pediatra, para acalmar seus fortes acessos de raiva. Assim teve início a jornada do menino, de um médico para outro e de um diagnóstico para outro: autismo, transtorno bipolar, hiperatividade, insônia. Os comprimidos dados diariamente a Kyle se multiplicaram: um antipsicótico, um antidepressivo, dois soníferos e um medicamento para transtorno de deficit de atenção. Tudo isso quando ele tinha só três anos. Kyle ficou obeso e vivia sedado e babando, devido aos efeitos colaterais do antipsicótico. Sua mãe, Brandy Warren, estava "desesperada, sem saber o que fazer", quando recorreu ao tratamento com medicamentos, mas começou a se preocupar com as alterações de personalidade de seu filho. "Eu tinha um garotinho medicado, apenas", disse Warren. "Não tinha meu filho. Você olhava nos olhos dele e só via um vazio."
'Drogas prescritas matam mais que arma de fogo', diz Candy Finnigan
Apresentadora do reality 'Intervenção' fala ao G1 sobre os vícios modernos. Atração vencedora do Emmy tem novos episódios no A&E a partir de hoje.
Gustavo Miller Do G1, em São Paulo 'Intervenção' volta à TV fechada nesta terça-feira (7) (Foto: Divulgação/Facebook) “Pílulas, pílulas e pílulas”. É assim que Candy Finnigan resume o maior vício da sociedade do século 21. Segundo a famosa interventora americana, não são apenas as celebridades de Hollywood que estão à mercê dos medicamentos prescritos. “Qualquer pessoa com US$ 1 compra comprimidos poderosíssimos. É um vício legal, que hoje mata mais que doenças cardíacas e ferimentos por bala”, comenta, em entrevista por telefone ao G1. “Intervenção”, que ganha nesta terça-feira (7) novos episódios no A&E, a partir das 23h, é um premiado programa de TV que mostra o momento em que uma família ou amigos resolvem intervirem na vida de um viciado próximo. A atração já está no ar há cinco anos e, além de ser a maior audiência do canal, também vem ganhando prêmios – em 2009, ganhou o Emmy de melhor programa de realidade.
Estudos sobre as diferenças entre os gêneros têm mostrado que mulheres podem ser mais vulneráveis à dependência e ao abuso de substâncias químicas que os homens: o fascínio por álcool, drogas e cigarros flui à mercê dos hormônios Revista Mente e Cérebro - por Emily Anthes Por muito tempo a dependência química tem sido considerada uma doença masculina. Aspectos culturais e sociais que propiciavam o acesso dos homens ao álcool e às drogas levaram a crer que eles são muito mais propensos a usar esses produtos. Em parte por esse motivo, há décadas as pesquisas sobre o assunto excluíam mulheres. Consequentemente, sabe-se hoje bem menos sobre a drogadição feminina, e, na prática, os programas e centros de tratamento raramente são voltados para as necessidades. Bem pouco foi considerada, por exemplo, a influência da variação hormonal no sucesso (ou fracasso) do processo de recuperação.
A decade ago Portugal took a radical new approach to illegal drugs by treating users as people with social problems rather than as criminals. Could it work in the UK? A cannabis smoker in Porto, Portugal, during a march in favour of legalising drugs Photograph: Estela Silva/EPA
Susannah is being treated in the physiotherapy unit of the Centro das Taipas, a vast, pink former mental institutution close to Lisbon's airport, where she is having hot towels pressed on to her lower back. Built during the second world war, the wards of wing 21B are these days committed to the treatment of drug addiction.
Susannah is a long-term drug user and is intelligent but troubled. She first smoked cannabis at 13. At 17, she began taking heroin with the father of her children. Now 37, she has been dependent on drugs - mostly heroin - for almost two decades.
School-Based Interventions Can Reduce Teen Substance Use
Join Together - Research Summary - September 1, 2010 New research from the United Kingdom suggests that personality-based interventions -- delivered by mental-health specialists or teachers given brief training -- can substantially reduce drug and alcohol use in teens, the BBC
In the first study involving more than 700 London secondary-school students aged 13 to 16, researchers assessed participants’ personality strengths and weaknesses, then randomly assigned half the group to a two-session intervention with mental-health specialists and the other half to no intervention. The teens who received the intervention were 40% less likely to binge drink and 80% less likely to take cocaine than those receiving no intervention.
V Simpósio Internacional de Alcoolgia e Outras Drogas
Vila Serena tem o orgulho de comunicar que as informações e inscrições do V Simpósio Internacional de Alcoolgia e Outras Drogas já estão disponíveis através do link www.vilaserenabahia.com.br/simposio
Ronaldo Laranjeira Introdução A intensidade do debate sobre legalização de drogas no Brasil mostra que o assunto "drogas" produz efeitos nas pessoas, que se sentem levadas a ter muitas certezas e a ficar de um lado ou de outro da questão. Mostra também que o debate é profundamente ideológico e que após ouvirmos o lado favorável à legalização e o lado da proibição pura e simples, não ficamos mais esclarecidos a respeito da melhor política a ser seguida. Quando somente um dos aspectos de uma política de drogas, como a que discute apenas o status legal de uma delas, se torna o assunto principal do debate, é como se o rabo estivesse abanando o cachorro e não o contrário leia mais
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Programa Menos Álcool mais Vida Mais saúde, mais trabalho, mais capacidade, mais dignidade, mais alegria, mais amor, mais satisfação, mais emoção, mais confiança, mais prazer e mais autoestima.
Álcool e Saúde Pública
Tratamento da Dependência Química - Os 13 princípios do NIDA