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ECSTASY Celina Pereira e Neliana Buzi Figlie. O ecstasy é uma metanfetamina usada em raves ou boates, sob a forma de pílulas ou de pó, para estimular o sistema corporal alterando a percepção do mundo e fazendo com que as pessoas tenham mais disposição para dançar a noite inteira, sem sentir cansaço.
Um dos maiores perigos oferecidos pelo ecstasy decorre do fato de que, como ele é um estimulante extremamente potente, a pessoa acaba fazendo coisas para as quais não teria resistência. Desta maneira ela pode ter desidratação, problemas cardíacos e uma elevação incontrolável da temperatura corporal. Muitas mortes provocadas pela ingestão de ecstasy devem-se a este ponto de hipertermia (aumento da temperatura). Muitas pessoas se sentem deprimidas ou cansadas nos dias seguintes à ingestão de ecstasy. Em alguns casos a depressão se torna um problema mais crônico, algumas vezes de natureza severa. Aqueles que tomam a droga por diversas vezes podem sofrer de problemas como paranóia, ansiedade, ataques de pânico, insônia e pesadelos. Ainda não existem evidências científicas de que o uso de ecstasy provoque algum tipo de prejuízo neurológico. O que parece existir é apenas uma diminuição de serotonina (neurotransmissor que é estimulado pela ação do ecstasy), no cérebro durante o tempo que o MDMA (ecstasy) estiver sendo ingerido.
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