ECSTASY

Celina Pereira e Neliana Buzi Figlie.

O ecstasy é uma metanfetamina usada em raves ou boates, sob a forma de pílulas ou de pó, para estimular o sistema corporal alterando a percepção do mundo e fazendo com que as pessoas tenham mais disposição para dançar a noite inteira, sem sentir cansaço.

  • Inicialmente: efeitos euforizantes
  • Estimulação das sensações físicas
  • Seqüência: sentimento de tranqüilidade, bem-estar, desinibição, maior sociabilidade, aumento da sexualidade e auto-estima
  • Dilatação das pupilas, visão embaçada, boca seca e insônia
  • Aumento da pressão sangüínea e batimentos cardíacos
  • Perda da capacidade de regulação da temperatura corporal (provocando aumento ou queda abrupta da temperatura)
  • Desidratação
  • Movimentos musculares involuntários e tensão muscular (por vezes)
  • Diminuição da fadiga e dor

Um dos maiores perigos oferecidos pelo ecstasy decorre do fato de que, como ele é um estimulante extremamente potente, a pessoa acaba fazendo coisas para as quais não teria resistência. Desta maneira ela pode ter desidratação, problemas cardíacos e uma elevação incontrolável da temperatura corporal. Muitas mortes provocadas pela ingestão de ecstasy devem-se a este ponto de hipertermia (aumento da temperatura). Muitas pessoas se sentem deprimidas ou cansadas nos dias seguintes à ingestão de ecstasy. Em alguns casos a depressão se torna um problema mais crônico, algumas vezes de natureza severa. Aqueles que tomam a droga por diversas vezes podem sofrer de problemas como paranóia, ansiedade, ataques de pânico, insônia e pesadelos. Ainda não existem evidências científicas de que o uso de ecstasy provoque algum tipo de prejuízo neurológico. O que parece existir é apenas uma diminuição de serotonina (neurotransmissor que é estimulado pela ação do ecstasy), no cérebro durante o tempo que o MDMA (ecstasy) estiver sendo ingerido.

 

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